09 de outubro de 2020 - Fonte: Fundec/Unifadra - Fotógrafo: Assessoria Unifadra/Fundec
Laboratórios de Medicina da Unifadra
Esse relatório integra a regulação de funcionamento do curso, englobando as partes física e pedagógica.

O curso de Medicina da Faculdades de Dracena foi submetido recentemente ao processo de avaliação por meio de relatório de acompanhamento, com base na Deliberação CEE 167/2019. Na quarta-feira, dia 7 de outubro, o relatório foi aprovado pelo Conselho Estadual de Educação de São Paulo (CEE-SP) por unanimidade, durante a plenária on-line, e publicado no Diário Oficial nesta quinta-feira, 8. 

O diretor acadêmico da Unifadra Prof. Dr. Enio Garbelini explicou que essas avaliações e os relatórios fixam normas para a regulação dos cursos de Medicina para os estabelecimentos de ensino superior vinculados ao Sistema de Ensino do Estado de São Paulo. “Este relatório tem como objetivo essencial demonstrar ao CEE-SP se as providências relativas ao processo de autorização e implantação do curso estão sendo aplicadas, tais como investimentos de infraestrutura física, corpo docente titulado, materiais didáticos adequados, organização dos órgãos colegiados, parcerias por meio de convênios com municípios e a apresentação do planejamento para o processo do Internato Médico - Estágio Curricular Supervisionado”, explicou Enio Garbelini. 

O curso de Medicina da Unifadra foi implantado em 2017 e, desde então, tem investido constantemente em estrutura e infraestrutura para a formação dos alunos. Até a formação da primeira turma (que deverá ocorrer em 2022), o curso passará por constantes avaliações do CEE-SP, que é o órgão responsável pela autorização do funcionamento dos cursos da Unifadra. Esse relatório aprovado servirá como parâmetro oficial para o reconhecimento do curso, cuja solicitação será protocolada no CEE-SP no próximo ano.

O diretor executivo da Fundec Edson Hissatomi Kai destacou que, com poucos anos de funcionamento, o curso de Medicina da Unifadra já é referência nacional. “Recebemos alunos de todo o País. Temos programas e estruturas que não são encontradas em outras escolas médicas”, ressaltou Kai.

Carolina Colnago
Assistente de Comunicação 
Fundação Dracenense de Educação e Cultura